domingo, 28 de fevereiro de 2010
Fim sem fim
Pelo que vejo o início é sempre fácil, vem tão naturalmente e só depende de um sopro que não tem nenhuma responsabilidade com a continuação ou desenvolvimento. Vejam só o início deste tão caro blog, um momento de descontração e pronto, lá estava o blog recém-parido, mas e agora José? O fruto de nossa amizade foi trocado por fazendas virtuais??! (Gente, desculpa, mas não dá prá esperar algo diferente de uma amante de Almodóvar). Bom, somos já experientes nesta coisa de começo e fim, as coisas mal começam e já chegam ao fim na era dos amores relâmpagos. E amor é coisa que tem quer ser assim mesmo, tem prazo de validade bem curtinho, diria até em números que são exatamente dois anos e meio. Não esquecendo que o bom é que termine antes do fim, frase ouvida em alguma novela das que tenho acompanhado ultimamente. E pra ser bem sincera, as idéias acabaram de empacotar as coisas e sair à francesa da minha cabeça. Bom, espero que elas não partam pra sempre e me deixem num fim sem fim.
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É minha cara Ana... eu chego a pensar que as fazendas virtuais são mais uma ferramenta dos grupos dominantes que querem nos manter afastados do que realmete importa, inclusive de nós mesmos e dos nossos umbigos!
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